quarta-feira, 28 de julho de 2010

Câmara Cível decide continuar as investigações que apuram denúncia de fraude em concurso da PM

A Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) decidiu, por unanimidade, manter as investigações do processo que investiga a entrada irregular de militares na Polícia Militar do Acre.
O processo deve ser encaminhado à juíza responsável para que as investigações acerca do caso  prossigam.
Durante a sessão que aconteceu na manhã desta terça-feira, 21, a Câmara Cível deveria decidir se arquivaria ou não o processo.
A denúncia encaminhada ao Ministério Público do Estado (MPE) pela advogada e ativista em Direitos Humanos, Joana D'Arc Valente Santana, informava que em 1996, após a realização de um concurso público pelo menos 13 pessoas entraram para o quadro efetivo da Polícia Federal.
As sessões da Câmara Cível são presididas pela desembargadora Miracele Borges e tem como membros as desembargadoras Eva Evangelista e Izaura Maia.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sistema Penitenciario do Acre quer que familiares pague por uniforme padrão de presidiarios.

Conversava hoje com a coordenadora do núcleo de atendimento a família o NAF, a mesma me dizia que o sistema esta sim em processo de mudança do modo de vestimenta dos presos, segundo ela de inicio vai começar com os presos provisórios todos terão que usar bermudas azuis e blusas brancas. Eu perguntava se o estado iria bancar o uniforme, ela disse que não, mais que os familiares era quem ia comprar o uniforme e deixar no NAF para que fosse encaminhado ao detento no presidio. Semana passada estive na penitenciaria exatamente pra ouvir o que as famílias achavam dessa nova mudança, o resultado foi negativo por parte dos familiares. As famílias  reclamam que o estado esta querendo fazer uma mudança na vestimenta de cada preso esta interessado nisso e ainda quer que as famílias paguem por isso, desse jeito não podemos aceitar, disse uma visitante  da penitenciaria revoltada em frente a penal. Vejo que o sistema precisa entender que muitas famílias que visitam as penitenciarias do Acre são pessoas humildes e pobres muitas vezes sem renda nenhuma pra sobreviver, que muitas dessas famílias pelo fato de ter um parente preso já tem uma despesa muito grande com advogados e outros tipos de material como por exemplo material de higiene que muitas vezes falta dentro da penitenciaria. A coordenadora do NAF se justificava dizendo que pelo fato dos presos terem roupas molhadas  dentro das celas e a causa de muito mal cheiro dentro dos pavilhões, por isso todos os presos vestidos da mesma forma vai diminuir o estoque de roupas dentro dos pavilhões acabando com o mal cheiro. Essa justificativa do NAF e um opinião totalmente equivocada pois as condições de higiene das penitenciarias do Acre não esta relacionada as condições de vestimenta dos presos. Mais esta sim relacionada as condições de higiene estrutural dos pavilhões onde ficam alojada as pessoas durante anos ao lado de esgotos a céu aberto, privadas entupidas, paredes pichadas  e caindo os pedaços que a anos não receberam um pitura si quer, água suja nas torneiras, falta de material higiênico adequado para limpeza das celas e pavilhões, tudo isso e  mais outros fatores  associado a  celas super lotadas monte de pessoas uma por cima das outras, em um espaço curto  para viverem durante anos, e ainda por cima abafado sem nenhuma vistoria fiscalização ou expessão sanitária a vista no local. E claro que tudo isso sim esta associado as condições de mal cheiro nos presídios do Acre. A associação de direitos dos familiares, amigos e reeducandos dos estado do Acre, se diz a favor da mudança mais que o estado pague pelo que ele mesmo quer.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Frase do Dia

 
"Nossas vidas começam a terminar no dia em que

ficamos calados sobre coisas que importam."


Martin Luther King

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Agente penitenciario e preso com droga na penal

Geralmente quando se encontra droga no presidio a culpa e atribuída os familiares que visitam nos finais de semana. A noticia que se tem e quando se faz uma revista em algum pavilhão na penitenciaria com o intuito de acharem droga dentro das celas, a policia acha de tudo tipo celulares, facões, terçados, barras de ferro, e diversos tipos objetos perfurantes, chamados de estoques, que são usados contra a vida dos próprios presidiários. Mais a verdade e que não tem como uma pessoas entrar com um terçado ou uma barra de ferro e meio quilo de droga maconha ou de cocaína dentro da penal nos dias de visita, nem em outros dias pois todos passam pela revista intima e o detector de metal. Na quarta feira foi preso um agente penitenciário em flagrante com a mão na maça dizem que a policia já vinha investigando o sujeito a um certo tempo, e que no momento da prisão em flagrante do agente penitenciário Magno Silvano o mesmo resistiu a prisão, agrediu um agente de policia civil e chegou a correr para si livrar da droga. Mais não houve jeito o mesmo foi preso algemado e levado a DRE. Mais fica ai o alerta se entra de tudo e com a conivência e a facilitação de agentes encarregados de presta um bom serviço para o próprio estado que deposita nele confiança.

Hanseníase em menores

Mais onze casos de hanseníase em menores no Acre diz Morhan.  Para o coordenador do Morhan, Elson Dias, o aumento da doença ocorre devido ao diagnóstico tardio.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Acre terá Juizado Especial de Fazenda Pública

O Pleno Administrativo do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) aprovou, por unanimidade, com substitutivos, a proposta de Resolução nº 139/2010, que especializará o 4º Juizado Especial da Comarca de Rio Branco (AC) em Juizado Especial de Fazenda Pública.
Com a decisão, o TJAC cumpre a Lei nº 12.153/2009 e o Provimento da Corregedoria Nacional de Justiça nº 07/2010, que determinam a criação de Juizados Especiais da Fazenda Pública no âmbito dos estados e municípios, para acelerar a tramitação de ações – e nas quais estados e municípios são réus –, que não ultrapassem 60 salários mínimos (cerca de R$ 30 mil).
O Juizado Especial terá como objetivo acelerar o julgamento de situações como a anulação de multas por infrações de trânsito, a impugnação de lançamentos fiscais (a exemplo de ICMS e IPTU), infrações de normas sobre postura municipal, principalmente no caso de pequenas e microempresas, e outras questões tributárias. De acordo com a proposta aprovada, o Juizado Especial de Fazenda Pública será instalado em até 180 dias e adotará o processo eletrônico.
O novo juizado conferirá ao juiz poder para deferir quaisquer providências cautelares e antecipatórias no curso do processo, com vistas a evitar danos de difícil reparação. A norma limita as possibilidades de recursos somente a essas medidas e à sentença.
Poderão procurar o Juizado Especial da Fazenda Pública pessoas físicas e microempresas, bem como empresas de pequeno porte. Os réus, necessariamente, são os estados e os municípios, assim como autarquias, fundações e empresas públicas a eles vinculadas.


Fonte: TJAC

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Uma reflexção sobre os Direitos Humanos

A “Folha de S. Paulo”, em sua edição de domingo (20.06.2010), trouxe, da autoria do escritor André Sant Anna, um texto de fazer pensar.

O tema do conto, como explica o próprio autor à Folha.com, é o “imbecil anônimo” da internet, que embora acredite ter opinião própria, está sempre repetindo idéias prontas de forças reacionárias. Mas quem aparece em primeiro plano são os direitos humanos, tema tão mal compreendido, e com tantos críticos, que torna-se o alvo ideal para o “neoconservadorismo neoliberal” do personagem.

Numa linguagem popular, o autor aborda com muito espírito o que está na cabeça de inúmeras pessoas sobre o que sejam direitos humanos: “os direitos tem que ser pra nós também, que somos cidadãos de bem, que nunca fez pedofilia”.

Essa idéia de que direitos humanos significa defender bandido, na verdade, vem de longe. É estimulada, pelo menos há cinqüenta anos, quando os programas matutinos de rádio – ouvidos por trabalhadores que saem de suas casas ainda de madrugada para ganhar o pão de cada dia – incitavam os nossos operários a se engajarem na luta contra tantos quantos, brasileiros ou gringos, teimavam em tomar o partido das vítimas da violência do Estado.

Essa doutrinação ganhou os resultados que hoje colhemos: direitos humanos não elegem e combatê-los dá votos.

É por isso que a violência do Estado, por seus agentes, passa a ser tolerada e, mais do que isso, desejada por alguns setores da sociedade: “Bandido bom é bandido morto”.

Não nos lembramos, entretanto, de que a violência pode também atingir a nós – “que somos cidadãos de bem, que nunca fez pedofilia” – como se pode sentir nas chacinas já esquecidas, praticadas por policiais e aprovadas por seus superiores imediatos ou mediatos, como nas mais recentes atuações da PM, quando foram torturados e eliminados dois jovens, um deles na presença de sua mãe.

E não se trata de fatos isolados, pois em Bauru, não faz muito tempo, um menino foi assassinado por policiais. Sem tetos receberam o mesmo tratamento.

Não deixa de ter razão o personagem de André Santana quando diz que direitos humanos deveriam ser direitos de todos. O que ele talvez não tenha percebido é que na concepção oficial que o influencia, todos são apenas alguns.

Ele fala nos gringos, naturalmente referindo-se às ONGS internacionais que trabalham na área dos direitos humanos, numa referência precisa à maneira pela qual se busca acender o pavio de um nacionalismo ultrapassado, excluindo, num mundo globalizado, a atuação de respeitáveis instituições que enfrentam violências no combate à violência.

Como salientei, André nos faz pensar sobre o mundo de cabeça para baixo em que hoje vivemos.

Realmente, o que nos falta, sobretudo, é educação, para podermos discernir o bem do mal. Compreender o que é a pessoa humana. Quais os valores que qualificam o homem. Por que bandido bom é bandido morto? Por que somente os pés de chinelo são eliminados ou submetidos a uma rede penitenciária que só serve para segregar e aperfeiçoar delinqüentes? Por que a ficha suja continuará a prevalecer nas eleições? Por que se quer flexibilizar os ganhos contra o nepotismo?

Tenho para mim que o conto de André abre espaços para uma reflexão mais profunda sobre os valores que vão sendo esquecidos numa sociedade consumista, onde o futebol, os shows milionários, os desfiles de modas, as baladas e o consumo de drogas afastam a moral e a ética. Onde estamos cada vez mais esquecidos do dever de todos nós, de contribuir para a construção de um Estado de cidadãos.

Mortes e suicidios deixam um histórico tenebroso em presidios do Acre

Um histórico tenebroso tem o presidio de segurança máxima, Antônio Amaro Alves no Acre. Diz o portal de noticia agazeta.net e o jornal Agazeta do Acre em repotagem especial.

Baixa temperatura castiga Acrianos

Faz frio no Acre a temperatura chega a baixar até 7 graus na madruga. O clima fica inquietante para os Acrianos que não são acostumados com a baixa temperatura desta época do ano que antecede o verão. A baixa temperatura também e impiedosa e castigante para muitos moradores de rua incluindo crianças e mulheres dentre outros que não tem como adquiri um agasalho. O educandario Santa Margarida pediu doação de agasalhos para doar a crianças internadas na instituição mais que sofrem com a frente fria vinda do sul do país nesta época do ano para todos os acrianos.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O sistema não recupera ninguêm - Caso Adriola.

“O Judiciário está preso à Legislação em vigor”A frase, proferida nesta terça-feira, 13, pelo desembargador Adair José Longuini, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Acre. Mais não esta mesmo. O judiciário Acriano esta preso a um sistema prisional que num recupera ninguém e trás monstros piores do que são de volta pra sociedade sem nenhuma condição de estarem no meio do convívio social. Um outro lado dessa questão e quando vemos apenas dois protagonistas dessa historia. A secretaria de segurança, Márcia Regina, e o comandante da policia militar, Coronel Romário Célio.  Os dois são visto como se fossem culpados de tudo e não e competência dos mesmo ressocializar ninguém, a competência dos dois e somente  de prender ou seja tirar das ruas gente como Andriola e outros mais. Vemos então que ANDRIOLA era um egresso do sistema prisional, então a raiz de um problema como este e mais em baixo como diz o ditado. O a b c do sistema de segurança e mais ou menos assim.  A policia militar prende, a policia civil investiga, o judiciário diz qual a pena e o tempo que o réu  fica preso, o resto em relação a presos provisórios e condenados quem faz e o sistema penitenciário no sentido de traze-los apto para o convívio social.       

O judiciário e os gestores de segurança do Acre num tem a coragem de culpar o estado por isso a culpa e da legislação. Mais milhões e milhões são gastos todos os anos para temos um sistema penitenciário desmoralizado diante da sociedade e vemos que a visão que se tem das chamadas casas de recuperação social e ENTROU COMO TAVA SAIU PIOR. Acho que diante de fatos como este e o momento de pensarmos como e que acontece e se desenvolve a forma de punição e recuperação, para as pessoas envolvidas em praticas que a justiça condena. Será que recupera, será que estado tem cumprido mesmo com seu papel em disponibilizar estruturas e desenvolver métodos eficientes dentro do sistema prisional com um foco voltado para o combate a reincidência. 

Se 70% dos crimes são cometidos por pessoas já reincidentes, o que tudo indica e que toda sociedade Acriana vive hoje refém de criminosos que o sistema penitenciário não tem dado conta de devolve-los de volta para sociedade em condições de conviver socialmente com ninguém, analisando somente um critério o de bom comportamento. Se alguém deu um tiro na cabeça da namorada por trás sem chance de defesa para ela, mais teve bom comportamento pode ser posto em liberdade. Se alguém deu 45 facadas na esposa, teve bom comportamento esta apto  a ser posto em liberdade. O próprio sistema cai na burrice de achar que analisando somente este critério pode traçar o perfil de um psicopata altamente perigoso. 

Por outro lado o próprio  sistema penitenciário não disponibiliza de profissionais e nem de estrutura capaz de atender toda a demanda prisional hoje em todo o estado. Num tem psicólogos, médicos, assistentes social, os poucos que tem disponibilizam um atendimento que deixa muito a desejar para o sistema e trabalharam em estruturas precárias. O próprio complexo penitenciário não disponibiliza de estruturas dignas para o convívio humano imperando ainda a super lotação, maus tratos, torturas, o trafico de drogas, a comunicação ilegal através da entrada de celulares, condições de higiene das piores, prisões e corretivos  ilegais, brigas e desavenças em celas super lutadas o que leva a muitos a um tentativa de homicídio ou até mesmo um homicídio, penas vencidas, estupros dentro das celas, presos doentes na mesma cela em que a presos e bom estado de saúde, alem de presos altamente perigosos na mesma cela com presos comuns.

Percebemos que diante dessas condições o estado nunca vai recuperar ninguém negando a população carceraria as condições previstas em lei para os mesmo voltarem para o convívio social e viverem no meio da sociedade de forma  que não venham  a prejudicar e nem tirar a vida de ninguém.  Enquanto o estado do Acre não mudar o seu jeito de pensar e caminhar em relação o sistema prisional dando condições e estruturas adequadas  para recuperação de presos olhando para sua possível volta ao convívio social, o estado vai ainda sim esta colaborando para que outros casos como este aconteça, como muitos outros tem acontecido. Mais não e difícil de ver que o aumento da pena não influencia na reestrutura do carater  e da personalidade, se o sistema não torna-lo apto para o convívio social levando em conta vários fatores e não somente o bom comportamento. Já que no Brasil não se pode matar ninguém, nem em casos excepcionais como estes, o estado tem que ressocializar, e ressocializar não e somente prender mais sim torna-lo apto para o convívio social. Trabalho e Estudos dentro das unidades prisionais já e um bom começo a exemplo das unidades prisionais de países desenvolvidos que deram certo.       

terça-feira, 13 de julho de 2010

Violência no Acre



Quando vemos dados como estes e olhamos a realidade mesmo, ai vemos como e de fato da até pra desconfiar dos números divulgados. Se bem que essa pesquisa e de anos anteriores. A verdade e que atualmente vivemos diante de uma violência crescente no Acre.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Mais um crime bárbaro movimentou o sistema de segurança no fim de semana

Crime bárbaro deixa toda sociedade Acriana comovida. Bandidos são perseguidos pela policia após assaltarem as armas dos vigilantes de hospital, invadem a casa de Kender Conceição, 32 , mantam com seis tiros o mesmo ao tentar reagir, um outro assaltante tenta fugir pulando o muro invade uma outra casa e assassina barbaramente Ana Eunice Moreira com varias facadas alem de degolar a vitima e faze-la refém.  Uma ocorrência policial que movimentou todo o sistema de segurança do estado, Policia Militar, Policia Civil, COE, SAMU. 
Ai mais uma prova de um Sistema de Segurança e Sistema Penitenciário  prisional falido ou mal administrado, um sistema que gasta milhões de reais todos os anos para não recuperar ninguém que além disso devolve para sociedade ou para o convívio social , pessoas sem a minima condição de estarem em liberdade que na verdade são  verdadeiros Monstros. 
Mesmo assim o Governo do Estado do Acre insiste em continuar com uma politica de administração penitenciaria vergonhosa sem resultados positivos na recuperação de presidiários trazendo de volta para sociedade verdadeiros monstros. Mesmo assim o Governo do Acre  insiste no não desenvolvimento  de um projeto dentro do sistema prisional para o combate a reincidência visando evitar que monstros como esses saiam de dentro do sistema piores do que são.
Gleisson da Silva Andriola, falou para o repórter da TV gazeta  que matou porque queria ser transferido para cidade de Cruzeiro do Sul, cidade onde ele nasceu, e la também onde mora seus familiares, e ninguém deu ouvido a ele, era também em cruzeiro do sul onde o mesmo cumpria pena por roubo e foi transferido pra Rio Branco sob acusação de liderar um rebelião no presidio onde cumpria pena em Cruzeiro do Sul. Evidente que nada justifica o que ele fez juntamente com seu comparsa tirando a vida de duas pessoa inocentes. 

Mais porque muitos presos são transferidos para capital e são liberados por aqui mesmo, longe do convívio da família ou de parentes ficando  longe de casa sem assistência nenhuma ? Se o estado trouxe ,o estado deveria levar de volta ao seu local de origem e convívio social, perto de seus familiares  de onde  foi tirado, assim o preso terá o amparo  e apoio da família como prever as leis de execuções penais.  

Mais tem outros presos do interior do estado que estão longe de seus familiares  mais que vão ser liberados por aqui mesmo, e que foram trazidos para Rio Branco pelo próprio estado, e ficaram por aqui mesmo sem apoio nenhum de familiares amigos e de ninguém, que com certeza seguiram por caminho bem diferente, ou até terão o mesmo fim que teve este caso. Lembrando do preço absurdo cobrado pelo sistema para o preso que  quiser ser transferido de volta ao seu local de origem, sendo que foram trazidos de graça pela próprio estado, muitos deles num dinheiro nem pra irem de ônibus da penal até o centro. Vejo que a historia de muita gente poderia ser diferente se o estado mudar.



NOTA OFICIAL - Secretaria de Estado de Segurança
   
A Secretaria de Estado de Segurança vem a público externar sua solidariedade às famílias de Kender Conceição Alves da Silva e Eunice Moreira Lima, vítimas da brutalidade e violência extremas de Cleiton da Silva Andreola, em ocorrência que se estendeu por toda madrugada e terminou de forma trágica na manhã deste domingo.
Depois de renderem o segurança do Pronto Socorro, roubarem a sua arma e fugirem a pé, os bandidos Cleiton da Silva Andreola e Jeferson Teixeira de Andrade foram perseguidos pela polícia. Jéferson Teixeira foi preso e Cleiton Andreola invadiu o quintal de Kender Conceição Alves da Silva, que foi alvejado na cabeça, no tórax e na perna.
Ainda em fuga, o bandido Cleiton Andreola invadiu a casa de Ana Eunice Moreira Lima, que foi feita refém, e exigiu negociar com o coronel Célio e com o major Ricardo.
O comandante da PM chegou ao local à 1h e 20min, e conduziu pessoalmente a negociação, atendendo todas as exigências do bandido como forma de proteger a vida que estava sob seu domínio.
Durante a tentativa de negociação, o bandido desafiou os policiais a invadirem a residência, dizendo que tinha duas balas para detonar, uma contra sua refém e outra contra os policiais, mostrando disposição tanto para matar quanto para morrer.
A agonia se estendeu até às 7 da manhã, quando o bandido se entregou e a polícia encontrou Ana Eunice Moreira Lima morta, com um corte de faca no pescoço.
Estamos diante de um momento de profunda dor para familiares e de grande abalo para as autoridades da Segurança Pública e o Comando da Polícia Militar do Acre, especialmente para o Coronel  Romário Célio e o Major Ricardo, que acompanharam toda negociação e têm consciência de que os procedimentos adotados foram corretos.
Se a Polícia tivesse invadido a residência, poderia ter sido a causa da morte da refém, mas, mesmo tendo agido com equilíbrio, não conseguiu impedir esta ação de extrema violência e crueldade praticada por gente que não dá o menor valor à vida.
Estamos indignados, mas mantendo a mesma disposição de combater o crime e colocar os criminosos na cadeia.  

 
Márcia Regina Pereira de Souza
Secretária de Estado de Segurança Pública 

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Violência em alta para o povo acriano

A violência no Acre num da trégua, nas duas maiores cidades do estado a população demonstra viver com muito medo devido a mortes e muitos assaltos acontecidos nos últimos dias.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Novos estilhaços são econtrados no corpo da estudante Edna Anbrosio

O Promotor de justiça Rodrigo Curti, aconpanha todo o processo de exumação do corpo da estudante Edna Anbrosio morta em uma blitz da policia militar, e confirma que novos estilhaços foram retirados do corpo da estudante. Alem de outros fraguimentos terem sido retirados anteriomente, agora mais cinco foram encontrados no corpo da jovem.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mais um presidiario e encontrado morto em presidio de segurança maxima no Acre

O presidiário Francisco de Souza Costa 36 anos, foi encontrado morto no presídio de segurança Máxima Antonio Amaro no alojamento 01 na cela 01, na noite desta terça feira (6). Francisco estava preso desde de 2004 onde cumpria pena por assalto. Como em outros casos acontecidos anteriormente na mesma unidade o preso foi encontrado pendurado na cela por um lençol no pescoço.



O Instituto de Administração Penitenciária do Acre divulgou nota confirmando o ocorrido

Nota IAPEN
Sobre a morte de um detento na penitenciária, Instituto garante que providências estão sendo tomadas

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre - IAPEN/AC informa que na data de ontem, 06/07/2010, por volta das 18 horas, o preso Francisco de Souza Costa foi encontrado morto na cela 01 do Alojamento 01 da Unidade de Regime Fechado.
Agentes Penitenciários que prestam serviço na referida Unidade informaram que, após a realização de ronda de rotina, constataram que o preso estava sem vida, pendurado por um lençol na ventilação da cela, numa hipótese de suicídio por enforcamento.
Logo em seguida, ao saber do ocorrido, a Direção da Unidade acionou imediatamente a Polícia Civil que compareceu ao local juntamente com equipe da perícia técnica para as providências cabíveis. A Corregedoria Administrativa do IAPEN/AC também acompanha o caso desde o primeiro momento. A equipe técnica do serviço social do Instituto foi designada para prestar o apoio necessário aos familiares do preso.  

Leonardo Carvalho
Diretor Geral do IAPEN

Na segunda maior cidade Acriana três pessoas foram assassinadas em um período de apenas 4 dias.

 Autoridades policiais de Cruzeiro do Sul estão preocupadas com o alto índice de violência registrado nos últimos dias. Na segunda maior cidade acreana, três pessoas foram assassinadas em um período de apenas 4 dias. A última vítima foi um homem de 38 anos de idade que foi morto a golpe de faca na tarde desta segunda-feira (05). O crime aconteceu próximo ao Batalhão da Polícia Militar.
Orleir Rodrigues, 38, participava de uma bebedeira na casa de um colega e após um desentendimento foi atingido com uma faca sobre o peito esquerdo. Testemunhas afirmaram que Orleir teria ofendido com palavras o amigo, de nome Jairo, filho da dona da casa, que não gostou das ofensas e foi buscar uma faca para tirar a vida do companheiro de copo. A facada perfurou o coração da vitima que morreu de forma instantânea.

Antes de atingir o colega, Jairo ainda tentou contra a vida de sua própria mãe que se atreveu em tentar impedir o crime. Ele chegou a jogar a faca para acertar o abdômen da mulher que se esquivou e por pouco não foi atingida.

Familiares afirmaram que, logo em seguida ao homicídio, o assassino deixou o local em disparada e não deu tempo para ser capturado pela polícia que em questões de minutos chegou para atender a ocorrência já que o Batalhão da PM fica a menos de 500 metros da casa onde o crime aconteceu. Ao deixar o local, Jairo ainda teria afirmado que seu desejo era de ir para o presídio.

O histórico de violência do homicida faz a polícia acreditar que se trata de uma pessoa bastante perigosa. Segundo informações levantadas no ceio da família e entre os vizinhos, Jairo já teria tentado contra a vida de várias pessoas da sua própria família. Inclusive já havia atingido a facadas seus três irmãos.

Outros dois homicídios que aconteceram na Vila São Pedro também estão sendo investigados pela polícia que evidencia esforços na tentativa de prender o acusado. José Barbosa da Cruz é apontado como responsável pela morte de Maria das Graças Menezes da Silva, 33, assassinada a golpes de facão na noite de quinta-feira (01) e ainda pelo assassinato de Francisco Cleodomar Tertuliano da Silva, 31, que também foi executado com cortes de terçado no último sábado à noite. 
 
 
 
Centenas de moradores da Vila São Pedro bloquearam nesta segunda-feira (05) a Rodovia AC 405, estrada de acesso entre os municípios de Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves, em protesto a falta de segurança pública. A população exige a presença efetiva da polícia para reduzir o alto índice de ocorrências na vila. A manifestação foi provocada por vários crimes acontecidos no local e veio à tona após dois homicídios ocorridos na última semana.

Centenas de moradores da Vila São Pedro bloquearam nesta segunda-feira (05) a Rodovia AC 405, estrada de acesso entre os municípios de Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves, em protesto a falta de segurança pública. A população exige a presença efetiva da polícia para reduzir o alto índice de ocorrências na vila. A manifestação foi provocada por vários crimes acontecidos no local e veio à tona após dois homicídios ocorridos na última semana.

A morte da dona de casa Maria das Graças Henrique de Menezes, de 32 anos de idade, assassinada na última quinta-feira (1) e o homicídio de Francisco Cleodomar Tertuliano da Silva, ocorrido na noite de sábado (3), serviram como estopim para uma manifestação realizada nesta segunda-feira pelos moradores da Vila São Pedro. O casal foi vitima de um mesmo homem que por ciúmes matou a mulher e executou o rapaz que teria presenciado o crime.

Aterrorizados com a brutalidade dos dois homicídios, os moradores de São Pedro decidiram clamar por mais atenção por parte da Secretaria de Segurança Pública e decidiram interditar o tráfego na estrada. A manifestação teve início ás 4 da madrugada. A população revoltada colocou galhos e fez uma fogueira no meio da via para impedir a passagem de carros. Com cartazes, crianças, mulheres, homens, jovens, adultos e idosos, fizeram um barreira humana e não deixavam ninguém furar o bloqueio.

A mobilização popular já havia sido anunciada antes mesmo dos dois assassinatos que deixaram a população em estado de pânico. “Já havíamos comunicado às autoridades que iríamos nos manifestar se não fossem tomadas providências para diminuir a violência aqui na Vila São Pedro. Mas, ninguém resolveu nada. Agora foi preciso acontecer duas mortes para se preocuparem” – alertou o subprefeito da Vilar Aldemir Leite.

A Polícia Militar já fazia rondas periódicas na Vila, mas os moradores alegam que não eram suficientes para conter a ação dos marginais. Todos os dias, a população de São Pedro presenciava vários tipos de crimes, principalmente, de assaltos, roubos e tentativas de homicídio. “As rondas não resolvem o problema. A polícia só passa por aqui e quando vai embora os marginais continuam aterrorizando. Existe tráfico de drogas e muita bebedeira” – revela o subprefeito.

Agentes da Polícia Civil e homens da Polícia Militar foram ao local para garantir a tranqüilidade durante o manifesto da população. Durante a tarde os comandantes da PM no Juruá, coronel Nascimento e Coronel Aires, mais o delegado que coordena as ações da Polícia Civil na Região, Elton Futigami, realizaram uma reunião com as lideranças da comunidade e chegaram a um entendimento. Logo após a reunião, às 15 horas, a multidão deixou o local e o tráfego na rodovia foi liberado.

terça-feira, 6 de julho de 2010

O caso Edna

 foto a gazeta.net

Espero que todos os procedimentos tomados pelo juiz de direito Leri Gross no caso Edna, EXETO a sua decisão em soltar os policiais acusados de fazer os disparos nas costas da estudante. Mais que a exumação do corpo de Edna na manhã, desta terça feira apesar de toda dor da mãe que não concorda que justiça mecha mais no corpo de sua filha pois quer que a mesma descanse em paz.  Que tudo isso seja para dar mais consistência a suas decisões como o fim de alcançar a justiça em sua plenitude mais através de provas concretas para o caso. 

Só ainda lembrando a dona Maria Ambrósio Rêgo,  mãe de Edna que apesar da sua dor e da sua posição contraria a exumação do corpo de sua filha, ali serão encontradas provas evidentes e concretas que ajudarão ainda mais a justiça si fortalecer ainda mais para este caso.  

Acompanham a exumação o promotor de justiça Rodrigo Curtis, a mãe de Edna, Maria Ambrósio Rêgo e a irmã, Eronilda Maria Ambrósio. E realmente uma outro dor causada pela justiça a essa mãe já que o corpo de sua filha pode ficar no IML até quatro dias e depois voltar para o cemitério. 


Lembrando ainda que a mãe de Edna chegou a pedir ao Juiz que não exumasse o corpo de sua filha mais não atendida. A estudante Edna Ambrósio foi atingida por um disparo de fuzil feito por policiais militares a mesma estava na garupa da moto do seu namorado quando o mesmo furou uma barreira policial em uma estrada da baixada da sobral conhecida como quatro bocas.    

Em Rio Branco escrivã de policia roubava central de flagrante

A escrivã de policia civil, Terezinha de Jesus Abreu, que estava presa a quase quarenta dias acusada de fazer o desvio de pagamentos de fiança na central de flagrantes, tem muito mais falar num e possível que tenha agido só e sem a conivência de ninguém, inclusive de um delegado e de outros colegas como ela ameaça denunciar em outros depoimentos. A corregedoria estima que mais de  R$ 60 mil foi roubado pela escrivã de policia da Central de Flagrantes dinheiro este que vinha do bolso de acusados pela policia mais eram liberados sob pagamento de fiança. 
 
A direção geral de policia civil e a sua corregedoria agora devem esta mais atentos em relação as fianças de que são pagas na central de flagrantes se  não acaba dando no que deu.