sexta-feira, 31 de março de 2017

ACREANO É INDICADO PELA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS A PARTICIPAR DE PROGRAMA REFERÊNCIA A NOVAS LIDERANÇAS NO MUNDO.

Carlos Gomes
"Liderança Internacional Visitor Leadership Program (IVLP)".
“É um programa estruturado, e que tem a vantagem de criar uma rede de contatos nos Estados Unidos entre profissionais e líderes que estão enfrentando os mesmos desafios e oportunidades”, diz trecho de apresentação do projeto.
“Em novembro do ano passado estive reunido com a Embaixada dos EUA no Brasil aqui no Acre, conversamos sobre a conjuntura política nacional e local, sobre a Rede e sobre nossa candidatura à Prefeitura de Rio Branco. Acredito que a indicação veio desse contato que tivemos”, disse Carlos.
Ele diz estar honrado pelo reconhecimento e feliz por ter sido indicado. “Fiquei muito feliz e honrado com o reconhecimento e indicação. Sou um jovem de origem humilde, estou na segunda graduação, tenho contribuído nas discussões políticas, isso representa muito pra nossa geração que está sendo perdida para o mundo do crime, isso pode inspirar mais jovens a lutarem por um mundo melhor”, salientou.



afolhadoacre

quarta-feira, 29 de março de 2017

MP conclui que brasileiro foi sequestrado na fronteira e teve prisão forjada por policiais bolivianos

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) concluiu, em investigação, que o brasileiro Sebastião Nogueira do Nascimento não foi preso na Bolívia, como anunciado por autoridades daquele país, mas sim sequestrado no Brasil e levado ao país vizinho.
As investigações foram realizadas pela promotoria de Justiça de Epitaciolândia, tendo por base denúncias que constavam na imprensa, dando conta de que, no dia 11 de fevereiro, agentes estrangeiros teriam ingressado em território nacional e levado Sebastião Nogueira de sua residência. O fato foi informado pela família do rapaz, que procurou ajuda das autoridades.
Tendo notícia do caso, o MP estadual abriu investigação e ouviu várias testemunhas, além de fazer levantamento no local dos fatos e reunir outras evidências. Segundo as investigações, Sebastião Nogueira foi sequestrado por bolivianos que ingressaram no Brasil e o levaram até a Bolívia, onde foi forjada sua prisão.
Foi apurado, ainda, que esta não foi a primeira vez que bolivianos tentam sequestrar Sebastião. No final de novembro do ano passado pessoas identificadas como policiais bolivianos tentaram leva-lo à força da mesma casa. Naquela oportunidade, Nogueira conseguiu fugir e, desde então, estava escondido, tendo retornado à sua casa cerca de uma semana antes do sequestro consumado.
Segundo o promotor de Justiça de Epitaciolândia, Ildon Maximiano, não há dúvida de que o rapaz foi tirado de sua residência e levado à força para a Bolívia. “Várias pessoas presenciaram o ocorrido e há sinais na residência que demonstram, sem dúvida alguma, que houve o arrebatamento ilícito de uma pessoa, depois levada para o estrangeiro” contou.
Maximiano afirma ainda que a investigação aponta para um cenário estarrecedor, onde um brasileiro foi retirado do território nacional e entregue a um país vizinho, como em uma extradição forçada. “Ao que tudo indica, a ação foi apoiada por agentes públicos estrangeiros que formalizaram sua prisão logo em seguida. Não se trata de saber se ele é culpado ou inocente do crime de que é acusado. É paradoxal que uma pessoa seja sequestrada para ser julgada pelo crime de sequestro”, disse.
O fato foi noticiado ao Consulado Brasileiro, com a solicitação do Ministério Público de que fossem tomadas providências em relação ao atentado que, segundo acusa o promotor de Justiça Ildon Maximiano, fere a soberania nacional.
As investigações prosseguirão para a identificação dos suspeitos e confirmação da participação de algum brasileiro na execução do crime.


Agência de Notícias do MPAC

CNMP aplica pena de perda do cargo a promotor de Justiça do Acre


Dayan Moreira - Promotor de Justiça
Por unanimidade, o Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) reviu decisão proferida pelo Ministério Público do Estado do Acre e aplicou a pena de perda do cargo ao promotor de Justiça Dayan Moreira. A decisão do Conselho ocorreu durante a 6ª Sessão Ordinária de 2017, realizada nesta terça-feira, 28 de março.
Os autos do processo serão enviados ao procurador-geral de Justiça do MP acriano para que ajuíze, em até 30 dias da notificação da decisão do Plenário, a ação civil de perda do cargo por prática de ato ímprobo, bem como para analisar o cabimento e a adequação da promoção da ação penal pela prática do crime de prevaricação.
O Plenário seguiu o voto do conselheiro Walter Agra, relator da revisão de processo disciplinar instaurada pela Corregedoria Nacional do Ministério Público. Esse processo foi aberto para rever decisão do MP/AC que aplicou ao promotor a pena de censura.
Agra explicou que, durante substituição legal que exerceria por seis dias, em janeiro de 2014, por ocasião do período de recesso, o promotor de Justiça Dayan Moreira formulou pedido de arquivamento de ação de improbidade e de ação penal movido por amizade íntima com o advogado ligado a uma das partes. Além disso, promoveu o arquivamento de inquérito policial, agindo de forma pessoalizada, “com falta de zelo e em contrariedade expressa à disposição da ordem pública vigente”. Nesse sentido, Agra destacou que o promotor incorreu no crime de prevaricação e no ato de improbidade administrativa.
De acordo com o conselheiro Walter Agra, em todos os procedimentos, não incidia nenhum fato que justificasse a atuação do promotor de Justiça durante o curto período em que substituiu o titular da Promotoria no recesso, visto que não apresentava nenhuma natureza urgente nem se tratava de réu preso.
O crime de prevaricação é cometido por funcionário público quando, indevidamente, retarda ou deixa de praticar ato de ofício ou o pratica para satisfazer interesse pessoal. A Corregedoria Nacional do MP entendeu que o promotor de Justiça agiu para satisfazer a amizade que tinha com o representante dos acusados.
No entendimento do corregedor nacional, o promotor deixou de se declarar suspeito para atuar no processo que envolvia uma pessoa de seu ciclo de amizade e, depois, praticou ato para satisfazer interesse pessoal, ao determinar a extinção da punibilidade do réu no processo.
A amizade está comprovada pelas diversas manifestações públicas expressadas pelo advogado em fotos postadas no Facebook, além da presença de relatório de ligações telefônicas efetuadas do celular funcional do promotor para o celular do advogado. No período de 10 a 31 de janeiro de 2014, eles mantiveram 55 conversas telefônicas.
Processo: 1.00998/2016-44 (Revisão de processo disciplinar).
Foto: Sérgio Almeida (Ascom/CNMP)

quinta-feira, 16 de março de 2017

SINDICATO ACUSA TESOUREIRO DE DESVIAR MAIS DE R$ 7 MIL REAIS DAS CONTAS DA INSTITUIÇÃO.


Valdir França Tesoureiro SINTAE

Rio Branco - A presidente do SINTAE - Sindicato dos Trabalhadores de Apoio da Educação. Antônia Souza da Conceição a "toinha" levou formalmente o senhor Valdir França, tesoureiro do sindicato a justiça sob a alegação do mesmo  ter desviado todo o dinheiro da instituição no montante superior a R$ 7 mil reais. Segundo a presidente um boletim de ocorrência foi feito contra o mesmo e toda apuração dos fatos acontece na 1º delegacia de policia civil da capital e o mesmo já foi intimado e ouvido pelo delegado responsável pelo caso, como também orientado a devolver o dinheiro do sindicato sob pena de ser responsabilizado na justiça onde o caso será encaminhado.

A presidente disse que fazia um tempo que vinha suspeitando das tramoias do mesmo dentro do sindicato, devido a suas atitudes suspeitas, mais esperou a apuração de uma sindicância interna para esclarecer os fatos e que se comprovou realmente que o desfalque nas contas do sindicato foi feito pelo próprio tesoureiro.

Que fez uso do cartão de credito em beneficio próprio, fazendo compras em lojas, lanchonetes, restartantes, supermercados, postos de gasolina, e até em lojas de material de construção entre outros gastos em dinheiro vivo do sindicato até hoje não explicado pelo senhor Valdir França. Que esta sendo indiciado pela policia civil e que as investigações sobre o ocorrido ainda estão em andamento, e que a uma forte possibilidade do mesmo não ter agido sozinho como mostraram as câmeras de segurança do banco.


Ainda segundo o vice - presidente do  SINTAE, professor Juscelino Dantas. Valdir França tem muitas explicações a dá porque até hoje o sindicato luta por uma prestação de contas do mesmo e não consegue. Varias reuniões já foram marcadas para que o mesmo apresente as contas do sindicato e o mesmo nem aparece na reunião, com um nota si quer. E que irá as ultimas consequências para que o mesmo pague o que tirou do sindicato. "isso que foi feito pelo Valdir não e coisa de gente seria, e muito menos honesta, porque mais uma vez esse cara traiu a confiança de todo mundo" disse.

O vice-presidente ainda informa que segundo consta nos extratos bancários, o período de mais movimentação nas contas do sindicato de forma delituosa pelo mesmo, foi nas eleições do ano passado onde o mesmo era candidato a vereador pelo PSOL, e estava afastado do sindicado, não podendo movimentar as contas da instituição por força da lei eleitoral. Já que o mesmo tinha sido devolvido a secretaria para esta finalidade.


A redação do Blog apurou que Valdir França além de tesoureiro do SINTAE, também é presidente do diretório regional do PSOL - Partido Socialismo e Liberdade.